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Estatais: estratégia busca turbinar a governança

Última atualização: 10 de dezembro de 2024 11:25
9 meses ago
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Em meio a uma série de debates no Executivo sobre como fortalecer as estatais federais, o governo anunciou, na segunda-feira (9/12), três decretos, publicados no Diário Oficial desta terça-feira (10/12), para melhorar a governança dessas empresas. Na mira, as estatais com baixo desempenho e as dependentes de recursos do Tesouro.

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A principal novidade é o Programa de Governança e Modernização das Empresas Estatais Federais, que, de acordo com a ministra da Gestão e da Inovação, Esther Dweck, pretende “organizar” a governança para reduzir custos e, eventualmente, tornar parte delas independente.

“A ideia é ter modernização das empresas estatais. O foco está nas empresas que estão com alguma questão financeira… Também discutir empresas dependentes do orçamento… Nossa preocupação maior é melhorar a capacidade dessas empresas gerar valor para a sociedade. Aumentar a sua sustentabilidade financeira, pensar em remodelagem do modelo de negócios e, eventualmente, ter alguma discussão sobre participação societária. É isso que a gente têm discutido”, afirmou Esther Dweck.

Segundo o modelo anunciado após reuniões com o presidente Lula, esse programa permitirá que cada estatal firme Acordos de Cooperação Técnica (ACT) com o MGI e com o respectivo ministério supervisor para contratar uma consultoria de gestão, que poderá ser feita pelo BNDES, pela Infra SA ou até no setor privado.

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Atualmente, do grupo de 44 estatais, 17 são consideradas dependentes e receberam do Tesouro, ao longo de 2023, R$ 23,9 bilhões em subvenções. Muitas delas foram retiradas do programa de desestatização do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

É o caso da Nuclep, da área nuclear, e do Ceitec, vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, criada para produzir semicondutores e que chegou e a entrar em processo de liquidação. O governo pretende escrutinar a gestão dessas empresas para reduzir custos e tentar gerar receita.

A ministra Esther Dweck detalhou o caso da Imbel, uma estatal de armas e munições, que existe desde os anos de 1970. A direção da Imbel teria apresentado um diagnóstico que demonstraria a capacidade de a empresa se tornar independente.

Com um aporte de R$ 300 milhões, poderia obter os insumos capazes de gerar receita da ordem de R$ 2,5 bilhões. Por meio do ACT, Imbel e Ministério da Defesa deverão atuar em conjunto para tentar viabilizar essa operação e, eventualmente, tirar a estatal da condição de dependente.

Da mesma forma que a Imbel, o governo já disse que serão formalizados acordos de cooperação com as empresas de abastecimento, como a Conab; no segmento nuclear; e com o Ceitec. Além dessas, outras 10 empresas estariam no radar.

De acordo com a secretária de Coordenação e Governança das Estatais, Elisa Leonel, além da consultoria, os decretos permitirão ainda a criação de um sistema de compartilhamento de boas práticas entre as estatais; processos de qualificação e certificação dos gestores e fortalecimento da rede de pesquisa aplicada.

A gestão e a supervisão ministerial das empresas estatais e de outros órgãos da administração indireta também são debatidos em uma comissão de especialistas de dentro e fora do governo, coordenada pelo MGI, com o objetivo de revisar o Decreto-Lei 200, de 1967, cuja primeira minuta deve ser apresentada em abril.

Porém, o anúncio de segunda-feira não está relacionado aos trabalhos da comissão. Espera-se que, posteriormente, os decretos auxiliem os trabalhos desta comissão.

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