By using this site, you agree to the Privacy Policy and Terms of Use.
Aceitar
RMS No Ar®RMS No Ar®RMS No Ar®
  • Início
Lendo: Netanyahu: Isolamento do Hamas após queda de Assad pode facilitar acordo de reféns 
Compartilhe
Notification Mostrar mais
Font ResizerAa
RMS No Ar®RMS No Ar®
Font ResizerAa
  • Notícias
  • Esporte
  • Entretenimento
  • Ciência
  • Tecnologia
  • Acesso
  • Início
Já possui uma conta? Entrar
Siga nas redes
  • Contact
  • Blog
  • Complaint
  • Advertise
© 2022 Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
RMS No Ar® > Blog > outros > Netanyahu: Isolamento do Hamas após queda de Assad pode facilitar acordo de reféns 
outros

Netanyahu: Isolamento do Hamas após queda de Assad pode facilitar acordo de reféns 

Última atualização: 9 de dezembro de 2024 18:07
9 meses ago
Compartilhe
Compartilhe

Chanceler de Israel alertou, entretanto, que “não haverá um cessar-fogo em Gaza sem” a libertação dos cativos
Este conteúdo foi originalmente publicado em Netanyahu: Isolamento do Hamas após queda de Assad pode facilitar acordo de reféns no site CNN Brasil.  Internacional, Benjamin Netanyahu, guerra civil na siria, Israel, Reféns, Síria CNN Brasil

Contents
Leia Mais:Vídeo: Dezenas de refugiados da Síria começam a voltar para casaPrimeiro-ministro de Assad concorda em entregar poder às forças rebeldes da SíriaChefe da Otan pede transição pacífica na Síria e critica Rússia e IrãHamas pediu lista de reféns em Gaza, diz fonte“Novo capítulo” no Oriente MédioEntenda o conflito na Faixa de GazaEntenda o conflito na Síria

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse em uma entrevista coletiva nesta segunda-feira (9) que o crescente isolamento do Hamas após o colapso do governo de Bashar al-Assad na Síria pode “abrir uma porta” para um acordo para libertação de reféns na Faixa de Gaza.

Ainda assim, o premiê ressaltou que é muito cedo para dizer se esses esforços terão sucesso.

O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, também pontuou que o governo está mais otimista sobre um possível acordo.

- Advertisement -
Ad image

Leia Mais:

  • Vídeo: Dezenas de refugiados da Síria começam a voltar para casa

    Vídeo: Dezenas de refugiados da Síria começam a voltar para casa

  • Primeiro-ministro de Assad concorda em entregar poder às forças rebeldes da Síria

    Primeiro-ministro de Assad concorda em entregar poder às forças rebeldes da Síria

  • Chefe da Otan pede transição pacífica na Síria e critica Rússia e Irã

    Chefe da Otan pede transição pacífica na Síria e critica Rússia e Irã

Ele afirmou que negociações indiretas estavam em andamento sobre o retorno de cerca de 100 reféns e que, embora ainda seja muito cedo para ter certeza, as perspectivas melhoraram.

“Podemos ser mais otimistas do que antes, mas ainda não chegamos lá. Espero que cheguemos lá”, pontuou Saar em uma entrevista coletiva em Jerusalém, reiterando a posição de Israel de que os reféns ainda mantidos em Gaza devem ser soltos antes do fim dos combates.

“Não haverá um cessar-fogo em Gaza sem um acordo de reféns”, advertiu.

Hamas pediu lista de reféns em Gaza, diz fonte

Isso acontece enquanto um oficial palestino disse que o Hamas pediu a outros grupos armados em Gaza uma lista os nomes de reféns israelenses e estrangeiros sob sua custódia, mortos ou vivos.

O oficial não deu mais detalhes do esforço de mediação, mas ressaltou que os mediadores, apoiados pelos Estados Unidos, intensificaram os contatos com Israel e o Hamas.

O Hamas não comentou o caso até a última atualização desta matéria.

Por outro lado, um oficial de um grupo aliado ao Hamas expressou esperança de que as negociações pudessem levar a um acordo.

“Novo capítulo” no Oriente Médio

Na entrevista coletiva, Netanyahu pontuou ainda que a queda do regime de Bashar al-Assad na Síria abriu um novo capítulo no Oriente Médio. Ele prometeu que Israel continuará trabalhando para “mudar a face” da região.

O premiê também disse que Israel continuaria a garantir sua segurança mantendo presença nas Colinas de Golã ocupadas, que o país capturou da Síria em 1967.

“As Colinas de Golã sempre farão parte do estado israelense”, destacou.

Netanyahu comentou no domingo que havia ordenado aos militares que “assumissem o controle” da zona-tampão que separa as Colinas de Golã ocupadas por Israel do resto da Síria.

Entenda o conflito na Faixa de Gaza

Israel realiza intensos ataques aéreos na Faixa de Gaza desde o ano passado, após o Hamas ter invadido o país e matado 1.200 pessoas, segundo contagens israelenses. Além disso, o grupo radical mantém dezenas de reféns.

O Hamas não reconhece Israel como um Estado e reivindica o território israelense para a Palestina.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, prometeu diversas vezes destruir as capacidades militares do Hamas e recuperar as pessoas detidas em Gaza.

Além da ofensiva aérea, o Exército de Israel faz incursões terrestres no território palestino. Isso fez com que grande parte da população de Gaza fosse deslocada.

A ONU e diversas instituições humanitárias alertaram para uma situação humanitária catastrófica na Faixa de Gaza, com falta de alimentos, medicamentos e disseminação de doenças.

A população israelense faz protestos constantes contra Netanyahu, acusando o premiê de falhar em fazer um acordo de cessar-fogo para os reféns sejam libertados.

Entenda o conflito na Síria

O regime da família Assad foi derrubado na Síria no dia 8 de dezembro, após 50 anos no poder, quando grupos rebeldes tomaram a capital Damasco.

O presidente Bashar al-Assad fugiu do país e está em Moscou após ter conseguido asilo, segundo uma fonte na Rússia.A guerra civil da Síria começou durante a Primavera Árabe, em 2011, quando o regime de Bashar al-Assad reprimiu uma revolta pró-democracia.

O país mergulhou em um conflito em grande escala quando uma força rebelde foi formada, conhecida como Exército Sírio Livre, para combater as tropas do governo.

Além disso, o Estado Islâmico, um grupo terrorista, também conseguiu se firmar no país e chegou a controlar 70% do território sírio.

Os combates aumentaram à medida que outros atores regionais e potências mundiais — da Arábia Saudita, Irã, Estados Unidos à Rússia — se juntaram, intensificando a guerra no país para o que alguns observadores descreveram como uma “guerra por procuração”.

A Rússia se aliou ao governo de Bashar al-Assad para combater o Estado Islâmico e os rebeldes, enquanto os Estados Unidos lideraram uma coalizão internacional para repelir o grupo terrorista.

Após um acordo de cessar-fogo em 2020, o conflito permaneceu em grande parte “adormecido”, com confrontos pequenos entre os rebeldes e o regime de Assad.

Mais de 300 mil civis foram mortos em mais de uma década de guerra, de acordo com a ONU, e milhões de pessoas foram deslocadas pela região.

Quem é a família de Bashar al-Assad, que governou a Síria por mais de meio século

Este conteúdo foi originalmente publicado em Netanyahu: Isolamento do Hamas após queda de Assad pode facilitar acordo de reféns no site CNN Brasil.

 

You Might Also Like

Festival 10 Horas de Arrocha divulga primeiras atrações e inicia vendas com promoção imperdível

Empregador Doméstico Não Pode Mais Deduzir Contribuição ao INSS no IR, Mas Deve Fornecer Informe de Rendimentos

Homem morre em acidente com caminhonete e ônibus na Bahia; arma e drogas são apreendidas

Dívidas milionárias dificultam retorno da Texaco ao Brasil, dizem fontes

Jerônimo Rodrigues destaca “legado grandioso” deixado por André Curvello na Secom

Compartilhe esse artigo
Facebook Twitter Email Print
Previous Article Antônio Brum deixa vice-presidência de futebol do Grêmio 
Next Article PM faixa preta em jiu-jitsu desarma agressor após briga em bar no DF
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

RMS No Ar®RMS No Ar®
© RMS no Ar. Todos os direitos reservados.
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?