By using this site, you agree to the Privacy Policy and Terms of Use.
Aceitar
RMS No Ar®RMS No Ar®RMS No Ar®
  • Início
Lendo: Queimadas no Brasil agravam degelo recorde na Antártica 
Compartilhe
Notification Mostrar mais
Font ResizerAa
RMS No Ar®RMS No Ar®
Font ResizerAa
  • Notícias
  • Esporte
  • Entretenimento
  • Ciência
  • Tecnologia
  • Acesso
  • Início
Já possui uma conta? Entrar
Siga nas redes
  • Contact
  • Blog
  • Complaint
  • Advertise
© 2022 Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
RMS No Ar® > Blog > outros > Queimadas no Brasil agravam degelo recorde na Antártica 
outros

Queimadas no Brasil agravam degelo recorde na Antártica 

Última atualização: 14 de janeiro de 2025 19:34
8 meses ago
Compartilhe
Compartilhe

Pesquisadores brasileiros revelam como o desmatamento no país afeta o continente antártico
Este conteúdo foi originalmente publicado em Queimadas no Brasil agravam degelo recorde na Antártica no site CNN Brasil.  Notícias (Nacional), -agencia-cnn-, Amazonas, Antártica, Antártida, Queimadas CNN Brasil

Contents
Vídeo: Turista salta de base jump em hotel de CopacabanaInfluencers que prometiam fortuna são presos por envolvimento com o jogo do tigrinhoPF e PRF pedem reforços para agir contra ataques em Porto VelhoAno mais quente

Um relatório do Programa Antártico Brasileiro (Proantar) revela o maior declínio da história no gelo marinho nas regiões polares em 2023 e 2024, com áreas de degelo equivalentes a grandes países europeus, o estudo aponta que há influência das queimadas no Brasil para o cenário na Antártica.

Para o pesquisador, Rodrigo Goldenberg Barbosa, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), as queimadas no bioma amazônico contribuem para o degelo recorde, tornando o processo um ciclo vicioso.

“É como se fosse um grande ciclo, um influencia o outro. O ‘carbono negro’, gerado pelos incêndios, é levado para Antártica pelos ‘rios atmosféricos’, o que diminui a capacidade de refletir o sol, absorvendo ainda mais calor, portanto facilita o degelo”, aponta Barbosa. 

- Advertisement -
Ad image

O estudo alerta para os impactos dessas mudanças climáticas, que já se manifestam em desastres ambientais e desregulação do ciclo hídrico.

O projeto Com-ANTAR, que ajuda na comunicação da ciência brasileira no continente gelado, liderado pelo professor Ronaldo Christofoletti, coordenador do relatório, destaca a conexão entre o derretimento das regiões polares com o aquecimento global e os desastres ambientais.

“O degelo marinho recorde, assim como o fato de 2024 ser o ano mais quente da história, reforça os alertas sobre os impactos das mudanças climáticas”, diz Christofoletti.

  • Vídeo: Turista salta de base jump em hotel de Copacabana

    Vídeo: Turista salta de base jump em hotel de Copacabana

  • Influencers que prometiam fortuna são presos por envolvimento com o jogo do tigrinho

    Influencers que prometiam fortuna são presos por envolvimento com o jogo do tigrinho

  • PF e PRF pedem reforços para agir contra ataques em Porto Velho

    PF e PRF pedem reforços para agir contra ataques em Porto Velho

 

O documento, intitulado “O declínio recorde do gelo marinho em 2023-2024: um alerta para o planeta”, apresenta dados alarmantes sobre a redução da cobertura de gelo na Antártica e no Ártico, e as graves consequências para o equilíbrio climático global.

Em 2023, a Antártica registrou a menor cobertura de gelo marinho desde o início dos registros, em 1979, já em 2024, a extensão de gelo atingiu a segunda menor marca, com um déficit de 898.000 km² em relação à média histórica, área comparável aos territórios somados da França e Alemanha.

No Ártico, a redução da cobertura de gelo em 2024 foi de 1.994.000 km² abaixo da média, superando a área de sete países europeus juntos.

Ano mais quente

O estudo ressalta que o ano de 2024 foi o mais quente já registrado, superando o recorde anterior de 2023, e que o aquecimento global ultrapassou o limite de 1,5 °C em relação aos níveis pré-industriais, estabelecido pelo Acordo de Paris.

A quebra dessa barreira climática é considerada um marco alarmante para os cientistas. O relatório enfatiza a importância do gelo marinho para o equilíbrio dos ecossistemas polares e para o clima global. O gelo fornece habitat essencial para diversas espécies e contribui para o efeito albedo, refletindo a luz solar de volta ao espaço.

 

Este conteúdo foi originalmente publicado em Queimadas no Brasil agravam degelo recorde na Antártica no site CNN Brasil.

 

You Might Also Like

Festival 10 Horas de Arrocha divulga primeiras atrações e inicia vendas com promoção imperdível

Empregador Doméstico Não Pode Mais Deduzir Contribuição ao INSS no IR, Mas Deve Fornecer Informe de Rendimentos

Homem morre em acidente com caminhonete e ônibus na Bahia; arma e drogas são apreendidas

Dívidas milionárias dificultam retorno da Texaco ao Brasil, dizem fontes

Jerônimo Rodrigues destaca “legado grandioso” deixado por André Curvello na Secom

Compartilhe esse artigo
Facebook Twitter Email Print
Previous Article Soldados “kamikazes” da Coreia do Norte são novo desafio para Ucrânia 
Next Article Turistas são multados por invadirem área proibida em Noronha para tirar foto 
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

RMS No Ar®RMS No Ar®
© RMS no Ar. Todos os direitos reservados.
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?